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Biossegurança em primeiro lugar: sal na conservação de peças anatômicas


28
September 2017

Os docentes do Curso de Graduação em Medicina Veterinária e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal, responsáveis pela disciplina de Anatomia Veterinária, juntamente com os supervisores e técnicos do Laboratório, alteraram o método de conservação dos cadáveres, visando maior segurança dos profissionais, estudantes e ao meio ambiente quanto à toxicidade, além de redução de custos.

As peças anatômicas eram conservadas em formol, no entanto, devido ao alto custo e riscos de toxicidade ocupacional e ambiental deste, o produto foi alterado por solução de cloreto de sódio (sal comum). Este, além de ser inodoro, possui baixo custo, fácil aquisição no mercado e atóxico.

A técnica de conservação em solução de cloreto de sódio é de fácil execução e manutenção e não compromete a estética, flexibilidade e morfologia das peças anatômicas quanto a coloração e características estruturais reais. Devido aos resultados promissores, tal tipo de conservação poderá ser utilizado nos demais laboratórios de anatomia da UNIFRAN.

Foi instrutor dessa metodologia, Fabrício Singaretti de Oliveira, idealizador desta técnica de conservação na veterinária e que atua no Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal da Universidade Estadual Paulista (UNESP, Campus Jaboticabal).

 

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