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Abib Salim Cury pede ao Ministro da Educação providências sobre uso indiscriminado do prefixo UNI


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May 2007

AbibCury250.jpgAssessoria de Imprensa – ANUP | 18 mai 2007

O presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares – ANUP, Dr. Abib Salim Cury (Chanceler da Unifran), e o vice-presidente, reitor Rubens Lopes da Cruz se reuniram em audiência com o Ministro da Educação, Fernando Haddad. Também estava presente o secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota.

Na pauta de trabalho, o presidente da ANUP solicitou providências quanto ao uso indiscriminado da sigla “uni” por parte de algumas Instituições de Ensino Superior do país. Segundo ele, hoje existe uma farra no uso do prefixo “uni” que caracteriza a instituição como universidade. Faculdades estão usando a sigla em seus nomes “fantasia”. O aluno acredita que a faculdade é uma universidade.

Pela legislação atual, apenas as universidades e centros universitários é que podem adotar em seu nome a sigla “uni”. Por isso, o presidente pediu que fosse respeitada a decisão do CNE. “Muitas vezes o estudante é enganado ao entrar em uma instituição achando que ela tem uma melhor e maior estrutura, quando muitas vezes é uma IES que acabou de iniciar seus trabalhos”, comentou.

O presidente alertou ao Ministro que o fato ocorre sem que o Ministério tenha conhecimento, já que o nome utilizado para credenciamento no MEC quase sempre é o da mantenedora e muito dificilmente a instituição passa para registro o seu nome de trabalho.

Na conclusão, o ministro Fernando Haddad solicitou ao secretário da SESu que estudasse uma solução para o caso.

Renovação de Reconhecimento

Outro alerta foi quanto as regras estipuladas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, que possibilita situações para que as IES, após a avaliação, tenham sua categoria alterada.

Nesse caso, uma universidade que não se enquadrasse nas novas exigências, teria que alterar seu status para centro universitário ou faculdade. O presidente da ANUP deixou claro ao ministro que isso não pode acontecer. “Não se pode jogar fora a história das universidades. Como mudar o nome de uma instituição secular?”, disse Abib Cury ao ministro.